
O caso aconteceu na terça-feira (26), quando Dante, que estava em casa com a mãe, começou a passar mal cerca de três horas após consumir a fruta. Ele foi levado ao Hospital Estadual da Vila Alpina, na Zona Leste de São Paulo, mas não resistiu. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o exame necroscópico confirmou a presença de veneno de rato no organismo do bebê, substância que, segundo peritos, leva aproximadamente três horas para causar efeitos graves em uma criança.
Em depoimento, Giovanna admitiu ter oferecido a banana amassada ao filho por volta das 17h, horário que coincide com o intervalo entre a ingestão e o óbito. Com base nas evidências, a Justiça decretou a prisão temporária da tatuadora por 30 dias. Na quinta-feira (28), ela passou por uma audiência de custódia.
O caso, inicialmente registrado como morte suspeita, está sob investigação no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas. A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do ocorrido para determinar as responsabilidades.
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